30.11.11



Vigiai, estai firmes na fé; portai-vos varonilmente, e fortalecei-vos. (I corintios 16:13)

Vigiar é o mesmo que ficar atento, estar em sentinela por todas as coisas que estao acontecendo e principalmente no que está havendo atualmente. Jesus, o Mestre por excelência falou a respeito de algo muito importante que está acontecendo na atualidade, que são os sinais de Sua vinda e destacou: “E, por se multiplicar a iniqüidade, o amor de muitos esfriará.” (Mateus 24:12)

Existem campanhas e campanhas a respeito de promover a Paz e a união, milhares e milhares de pessoas estao engajadas nesta maravilhosa e necessária campanha, mas infelizmente parece que o resultado a cada dia é diferente daquilo que a sociedade almeja, o que o mundo está vendo a olho nu é o cumprimento da Palavra de Deus, a iniqüidade multiplicando-se e o amor de muitos esfriando.

Quem dera um mundo sem mortes, sem corrupções ,em paz, mas infelizmente o homem sem Deus faz coisas que nos deixam perplexos diante da falta de caráter, da falta de amor com o próximo. Por isto o conselho do apostolo Paulo, Vigiai, estai firmes na fé, porta-vos varonilmente e fortalecei-vos. Este fortalecimento é só possível em Deus, que segura as nossas mãos em meio a estas tempestades que estao sobrevindo sobre todos nós e ratificando as Palavras do Senhor Jesus e do apostolo Paulo, o apostolo Pedro escreve: “Sede sóbrios; vigiai; porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar; Ao qual resisti firmes na fé, sabendo que as mesmas aflições se cumprem entre os vossos irmãos no mundo. E o Deus de toda a graça, que em Cristo Jesus vos chamou à sua eterna glória, depois de haverdes padecido um pouco, ele mesmo vos aperfeiçoará, confirmará, fortificará e fortalecerá. A ele seja a glória e o poderio para todo o sempre. Amém.”(1ª Pedro 5:8-11)

Resista um pouco mais, não tenha medo, pois conforme a promessa de Deus, depois de haverdes padecido um pouco, Ele mesmo vos aperfeiçoará, confirmará, fortificará e fortalecerá, pois pertence a Ele a Gloria, o Poder para todo o sempre e se estais resistindo segurando nas mãos do Senhor Jesus Cristo a vitória é certa para a Gloria de Deus.

“Ainda antes que houvesse dia, eu sou; e ninguém há que possa fazer escapar das minhas mãos; agindo eu, quem o impedirá?” (Isaias 43:13)

Ainda que a Figueira não Floresça ...

Habacuque 3.16-19

Onde está Deus? Onde está o juízo contra o mal? Onde está Deus no mundo confuso e cheio de pecado?

Podemos comparar o universo a um tapete, sendo tecido por Deus. Nós seres humanos só conseguimos ver o avesso--um pouco confuso, às vezes, feio. Mas quando Deus terminar Seu trabalho, será algo maravilhoso.

Certamente todos nós passamos por crises de fé, em que ficamos decepcionados com o próprio Deus. Às vezes a nossa decepção nos leva a questionar e duvidar da bondade, santidade, e soberania de Deus. Observem bem: Deus nunca critica a expressão de dúvidas honestas, especialmente quando são expressas com o intuito de resolvê-las com humildade, esperança e fé (Hq 2:1,20). "O sempre presente "porque" é melhor respondido com o eterno "Quem"! (Ron Blue)

Não devemos viver nossa vida tentando advinhar os propósitos de Deus neste mundo, mas descansando no Seu caráter já provado. Deus É bom. Ele É santo. Ele É justo, e soberano, e Ele mostra Seu amor-fiel. Baseado nisso, podemos viver uma vida de fé e fidelidade. Podemos viver acima das circunstâncias, sem ter todas as respostas, porque Deus é suficiente para nós. Podemos descansar sabendo que Deus acerterá todas as injustiças.

Ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide...todavia eu me alegro no Senhor, exulto no Deus da minha salvação (Hq 3.17,18). Certamente, o justo viverá pela fé (Hq 2.4)

Autor: Pr. Davi Merkh

Sob vossos Pés!

“Todo lugar que pisar a planta do vosso pé, vo-lo tenho dado” (Js 1:3)


Depois de uma caminhada cansativa pelo deserto, que durou quarenta anos, os filhos de Israel estavam chegando no limiar da terra prometida por Deus, perto das margens do rio Jordão. Moisés havia morrido e agora que os dirigia era Josué, conforme ordem recebida de Deus: “tu introduzirás os filhos de Israel na terra que, sob juramento lhes prometi; e eu serei contigo” (Dt 31:23).
Podemos imaginar a ansiedade que tomara conta dele. Quantos pensamentos devem ter passado por sua mente: que grande responsabilidade era a sua! Deus lhe disse: “passa este Jordão, tu e todo este povo, à terra que eu dou aos filhos de Israel. Todo lugar que pisar a planta do vosso pé vo-lo tenho dado, como eu disse a Moisés. (Js 1:2,3)
Não havia o que temer. Aonde quer que eles fossem deveriam tomar posse da terra. Foi o que eles fizeram? Não, não foi. Contentaram-se em possuir as terras que estavam mais próximas deles. Desistiram de ir avante e conquistar tudo o que o Senhor lhes prometera.
Por que existem cristãos que crescem espiritualmente e vão de vitória em vitória, enquanto outros não crescem? Porque estes atravessaram o Jordão, puseram a planta dos seus pés em alguns metros do terreno e ali ficaram, contentando-se com aquele pouco que haviam conseguido. Não se esforçaram para conquistar outras terras à sua frente. Acomodaram-se e não cresceram.
Deus nos promete infinitamente mais. Devemos lembrar-nos de Suas promessas porque Ele já nos deu tudo. Não podemos e não devemos nos contentar com pouco. Devemos entrar ousadamente nas terras prometidas por Deus e prosseguirmos avante, indo conquistando a cada dia mais e mais.
Há muitos territórios de promessas que ainda não foram conquistados por sermos demasiadamente comodistas e nos contentarmos com o pouco que temos, quando existem riquezas infinitas de Deus para tomarmos posse.
Essas terras que Deus nos fala para tomarmos posse se referem a uma vida cheia de Sua graça – paz, alegria, domínio próprio, mansidão, fé, sabedoria, bondade, discernimento e muitas outras.
É necessário colocarmos nossos pés nessas terras e, depois de possuí-las, continuarmos caminhando para a frente e irmos tomando posse de outras que estiverem à frente, esperando ser conquistadas. Os israelitas nunca percorreram mais do que um terço das terras que Deus lhes havia dado. Possuíram exatamente o que mediram, nada mais. Se tivessem feito o que Deus lhes dissera, teriam conquistado toda aquela região, e muito mais.
Não devemos nos esquecer das palavras do Senhor contidas em 2 Pedro 1:2,4. “Vocês desejam cada vez mais da bondade e da paz de Deus? Então aprendam a conhecê-lo cada vez melhor. Porque à medida que vocês o conhecerem melhor, Ele lhes dará por intermédio do seu grande poder tudo quanto vocês necessitam para viver uma vida verdadeiramente boa. Ele até nos faz participantes da sua própria glória e da sua própria virtude. E por esse mesmo grandioso poder Ele nos concedeu todas as outras ricas e maravilhosas bênçãos que nos prometera, como por exemplo, a promessa de nos salvar da imoralidade, da podridão que nos rodeia e de dar-nos da sua própria natureza” (2 Pe 1:2,4 – Bíblia Nova).
Meçamos este território com os dois pés: o da fé que obedece e o da obediência que crê.

Ainda que a Figueira não Floresça...

Habacuque 3.16-19

Onde está Deus? Onde está o juízo contra o mal? Onde está Deus no mundo confuso e cheio de pecado?

Podemos comparar o universo a um tapete, sendo tecido por Deus. Nós seres humanos só conseguimos ver o avesso--um pouco confuso, às vezes, feio. Mas quando Deus terminar Seu trabalho, será algo maravilhoso.

Certamente todos nós passamos por crises de fé, em que ficamos decepcionados com o próprio Deus. Às vezes a nossa decepção nos leva a questionar e duvidar da bondade, santidade, e soberania de Deus. Observem bem: Deus nunca critica a expressão de dúvidas honestas, especialmente quando são expressas com o intuito de resolvê-las com humildade, esperança e fé (Hq 2:1,20). "O sempre presente "porque" é melhor respondido com o eterno "Quem"! (Ron Blue)

Não devemos viver nossa vida tentando advinhar os propósitos de Deus neste mundo, mas descansando no Seu caráter já provado. Deus É bom. Ele É santo. Ele É justo, e soberano, e Ele mostra Seu amor-fiel. Baseado nisso, podemos viver uma vida de fé e fidelidade. Podemos viver acima das circunstâncias, sem ter todas as respostas, porque Deus é suficiente para nós. Podemos descansar sabendo que Deus acerterá todas as injustiças.

Ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide...todavia eu me alegro no Senhor, exulto no Deus da minha salvação (Hq 3.17,18). Certamente, o justo viverá pela fé (Hq 2.4)

Autor: Pr. Davi Merkh

"SOB NOSSOS PÉS"

“Todo lugar que pisar a planta do vosso pé, vo-lo tenho dado” (Js 1:3)


Depois de uma caminhada cansativa pelo deserto, que durou quarenta anos, os filhos de Israel estavam chegando no limiar da terra prometida por Deus, perto das margens do rio Jordão. Moisés havia morrido e agora que os dirigia era Josué, conforme ordem recebida de Deus: “tu introduzirás os filhos de Israel na terra que, sob juramento lhes prometi; e eu serei contigo” (Dt 31:23).
Podemos imaginar a ansiedade que tomara conta dele. Quantos pensamentos devem ter passado por sua mente: que grande responsabilidade era a sua! Deus lhe disse: “passa este Jordão, tu e todo este povo, à terra que eu dou aos filhos de Israel. Todo lugar que pisar a planta do vosso pé vo-lo tenho dado, como eu disse a Moisés. (Js 1:2,3)
Não havia o que temer. Aonde quer que eles fossem deveriam tomar posse da terra. Foi o que eles fizeram? Não, não foi. Contentaram-se em possuir as terras que estavam mais próximas deles. Desistiram de ir avante e conquistar tudo o que o Senhor lhes prometera.
Por que existem cristãos que crescem espiritualmente e vão de vitória em vitória, enquanto outros não crescem? Porque estes atravessaram o Jordão, puseram a planta dos seus pés em alguns metros do terreno e ali ficaram, contentando-se com aquele pouco que haviam conseguido. Não se esforçaram para conquistar outras terras à sua frente. Acomodaram-se e não cresceram.
Deus nos promete infinitamente mais. Devemos lembrar-nos de Suas promessas porque Ele já nos deu tudo. Não podemos e não devemos nos contentar com pouco. Devemos entrar ousadamente nas terras prometidas por Deus e prosseguirmos avante, indo conquistando a cada dia mais e mais.
Há muitos territórios de promessas que ainda não foram conquistados por sermos demasiadamente comodistas e nos contentarmos com o pouco que temos, quando existem riquezas infinitas de Deus para tomarmos posse.
Essas terras que Deus nos fala para tomarmos posse se referem a uma vida cheia de Sua graça – paz, alegria, domínio próprio, mansidão, fé, sabedoria, bondade, discernimento e muitas outras.
É necessário colocarmos nossos pés nessas terras e, depois de possuí-las, continuarmos caminhando para a frente e irmos tomando posse de outras que estiverem à frente, esperando ser conquistadas. Os israelitas nunca percorreram mais do que um terço das terras que Deus lhes havia dado. Possuíram exatamente o que mediram, nada mais. Se tivessem feito o que Deus lhes dissera, teriam conquistado toda aquela região, e muito mais.
Não devemos nos esquecer das palavras do Senhor contidas em 2 Pedro 1:2,4. “Vocês desejam cada vez mais da bondade e da paz de Deus? Então aprendam a conhecê-lo cada vez melhor. Porque à medida que vocês o conhecerem melhor, Ele lhes dará por intermédio do seu grande poder tudo quanto vocês necessitam para viver uma vida verdadeiramente boa. Ele até nos faz participantes da sua própria glória e da sua própria virtude. E por esse mesmo grandioso poder Ele nos concedeu todas as outras ricas e maravilhosas bênçãos que nos prometera, como por exemplo, a promessa de nos salvar da imoralidade, da podridão que nos rodeia e de dar-nos da sua própria natureza” (2 Pe 1:2,4 – Bíblia Nova).
Meçamos este território com os dois pés: o da fé que obedece e o da obediência que crê.
Vigiai, estai firmes na fé; portai-vos varonilmente, e fortalecei-vos. (I corintios 16:13)

Vigiar é o mesmo que ficar atento, estar em sentinela por todas as coisas que estao acontecendo e principalmente no que está havendo atualmente. Jesus, o Mestre por excelência falou a respeito de algo muito importante que está acontecendo na atualidade, que são os sinais de Sua vinda e destacou: “E, por se multiplicar a iniqüidade, o amor de muitos esfriará.” (Mateus 24:12)

Existem campanhas e campanhas a respeito de promover a Paz e a união, milhares e milhares de pessoas estao engajadas nesta maravilhosa e necessária campanha, mas infelizmente parece que o resultado a cada dia é diferente daquilo que a sociedade almeja, o que o mundo está vendo a olho nu é o cumprimento da Palavra de Deus, a iniqüidade multiplicando-se e o amor de muitos esfriando.

Quem dera um mundo sem mortes, sem corrupções ,em paz, mas infelizmente o homem sem Deus faz coisas que nos deixam perplexos diante da falta de caráter, da falta de amor com o próximo. Por isto o conselho do apostolo Paulo, Vigiai, estai firmes na fé, porta-vos varonilmente e fortalecei-vos. Este fortalecimento é só possível em Deus, que segura as nossas mãos em meio a estas tempestades que estao sobrevindo sobre todos nós e ratificando as Palavras do Senhor Jesus e do apostolo Paulo, o apostolo Pedro escreve: “Sede sóbrios; vigiai; porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar; Ao qual resisti firmes na fé, sabendo que as mesmas aflições se cumprem entre os vossos irmãos no mundo. E o Deus de toda a graça, que em Cristo Jesus vos chamou à sua eterna glória, depois de haverdes padecido um pouco, ele mesmo vos aperfeiçoará, confirmará, fortificará e fortalecerá. A ele seja a glória e o poderio para todo o sempre. Amém.”(1ª Pedro 5:8-11)

Resista um pouco mais, não tenha medo, pois conforme a promessa de Deus, depois de haverdes padecido um pouco, Ele mesmo vos aperfeiçoará, confirmará, fortificará e fortalecerá, pois pertence a Ele a Gloria, o Poder para todo o sempre e se estais resistindo segurando nas mãos do Senhor Jesus Cristo a vitória é certa para a Gloria de Deus.

“Ainda antes que houvesse dia, eu sou; e ninguém há que possa fazer escapar das minhas mãos; agindo eu, quem o impedirá?” (Isaias 43:13)

29.11.11

Apocalipse: Papa defende a criação de um governo único mundial

O Papa Bento XVI sugere em sua encíclica (Carta circular papal ) a criação de um Governo único mundial para solucionar os problemas causados pela crise financeira... O que chama atenção é que a Rede Globo anunciou o fato em 07 de Julho de 2009, e só agora os evangélicos manifestaram-se a respeito. Como um acontecimento desses passa despercebido?

Leia o texto abaixo, e se puder deixe sua opinião, orientação e até mesmo sua dúvida utilizando o sistema de comentários do site.

OBS: Para ser avisado quando um novo comentário for colocado nesta matéria é só marcar onde diz: Quero Receber E-mail quando alguém comentar este tópico.


O Pontifício Conselho Justiça e Paz do Vaticano publicou uma nota abordando o tema da crise financeira mundial, intitulada “Para uma reforma do sistema financeiro e monetário internacional na perspectiva de uma autoridade pública de competência universal”.

Nessa nota, sob argumentos humanitários, o Vaticano propõe que todos os países do mundo avancem nos estudos de estabelecer uma autoridade mundial, para assuntos financeiros e bélicos. Segundo a nota, “ninguém, conscientemente, pode aceitar o desenvolvimento de alguns países em desvantagem de outros”. Para o Vaticano, “o caminho rumo à construção de uma família humana mais fraterna e justa e, antes ainda, de um renovado humanismo aberto à transcendência, parece ainda muito atual”.

Ressaltando a Carta encílica “Pacem in Terris”, (termo em latim que pode ser traduzido como Paz na Terra), escrita em 1963 por João XXVIII e que previa uma unificação cada vez maior do mundo, a nota afirma que desde aquela época, se reconhecia o fato de que, na comunidade humana, faltava uma correspondência entre a organização política, ‘no plano mundial, e as exigências objetivas do bem comum universal’. Por conseguinte, desejava que um dia se pudesse criar ‘uma Autoridade pública mundial”, afirma a nota.

O processo de globalização do mundo e dependência mútua cada vez maior dos países é classificada pela Igreja Católica como um fato previsto pelo Papa João XVIII em sua carta, e apoiada pelo Papa atual, Bento XVI. “Face à unificação do mundo, favorecida pelo complexo fenômeno da globalização; perante a importância de garantir, para além dos demais bens coletivos, o bem representado por um sistema econômico-financeiro mundial livre, estável e ao serviço da econômica real, hoje o ensinamento da Pacem in terris parece ainda mais vital e digno de urgente concretização. O próprio Bento XVI, no sulco traçado pela Pacem in Terris, manifestou a necessidade de constituir uma Autoridade política mundial”.

O comunicado explica os motivos, classificados pela igreja católica como humanitários, de se apoiar um governo único, proposta que é entendida por teólogos como parte do surgimento do Anticristo, previsto nas profecias do Apocalipse. O Vaticano propõe uma reflexão na luta pelo desarmamento dos países: “Pensemos, por exemplo, na paz e na segurança; no desarmamento e no controle dos armamentos; na promoção e na tutela dos direitos fundamentais do homem; no governo da economia e nas políticas de desenvolvimento; na gestão dos fluxos migratórios e na segurança alimentar; e na salvaguarda do meio ambiente. Em todos estes âmbitos, é cada vez mais evidente a crescente interdependência entre Estados e regiões do mundo, e a necessidade de respostas, não apenas setoriais e isoladas, mas sistemáticas e integradas, inspiradas pela solidariedade e pela subsidiariedade, e orientadas para o bem comum universal.”

O Pastor Antônio Mesquita, do blog “Fronteira Final” entende que sob o argumento de ações humanistas, o Vaticano acaba protagonizando uma profecia bíblica sobre o assunto: “Analise a semelhança com o alerta bíblico a respeito do acordo entre o Anticristo e os judeus. O texto de 1 Tessalonicenses 5:1-5 diz: ‘Mas, irmãos, acerca dos tempos e das estações, não necessitais de que se vos escreva; Porque vós mesmos sabeis muito bem que o dia do Senhor virá como o ladrão de noite; Pois que, quando disserem: Há paz e segurança, então lhes sobrevirá repentina destruição, como as dores de parto àquela que está grávida, e de modo nenhum escaparão. Mas vós, irmãos, já não estais em trevas, para que aquele dia vos surpreenda como um ladrão; Porque todos vós sois filhos da luz e filhos do dia; nós não somos da noite nem das trevas”, opina o Pastor.

Em determinado trecho da nota, o Vaticano afirma que essa “Autoridade Mundial” deve surgir de um processo em que todos os países a reconheçam e aceitem. “A autoridade supranacional deve possuir uma delineação realista e ser realizada gradualmente, com o objetivo de favorecer também a existência de sistemas monetários e financeiros eficientes e eficazes, ou seja, mercados livres e estáveis, disciplinados por um adequado quadro jurídico, funcionais para o desenvolvimento sustentável e para o progresso social de todos, inspirados nos valores da caridade na verdade”.

Para o Pastor Mesquita, as ideias propostas pelo Vaticano se aproximam muito do que as Escrituras Sagradas dizem a respeito desse tema, com perseguição aos cristãos: “A Bíblia diz o seguinte, sobre o Governo Único: ‘E foi-lhe permitido fazer guerra aos santos, e vencê-los; e deu-se a ele poder sobre toda a tribo, e língua, e nação. E adoraram-na todos os que habitam sobre a terra, esses cujos nomes não estão escritos no livro da vida do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo. Se alguém tem ouvidos, ouça’.
Publicado em 07 de Julho de 2009


Cidade do Vaticano, 7 jul (EFE).- O Vaticano apresentou hoje a terceira encíclica de Bento XVI, de marcado caráter social, na qual afirma que a economia precisa de ética e que o mercado "não é o lugar de atropelo do forte sobre o fraco".

Na encíclica "Caritas in veritate" (Caridade na verdade), o pontífice afirma que a crise mostra que os tradicionais princípios da ética social, como a transparência, a honestidade e a responsabilidade, "não podem ser descuidados".

O papa afirma que a economia não elimina o papel dos Estados e tem necessidade de "leis justas".

Bento XVI exige que as "finanças, após seu mau uso, que prejudicou a economia real", retornem a ser um instrumento orientado ao desenvolvimento.

O papa pede uma "urgente" reforma da ONU e da arquitetura econômica e financeira internacional.

"Urge a presença de uma verdadeira autoridade política mundial que se atenha de maneira coerente aos princípios de subsídio e de solidariedade", escreve.

Também trata o tema do meio ambiente e afirma que as sociedades tecnologicamente avançadas "podem e devem diminuir" suas próprias necessidades energéticas e devem avançar na pesquisa sobre energias alternativas.

O novo documento do papa retoma os temas sociais contidos nas encíclicas "Populorum progressio" (1967), escrita por Paulo VI, e "Sollicitudo rei socialis" (1988), sobre a mesma temática, escrita por João Paulo II.

A encíclica - carta solene dirigida pelo papa aos bispos e fiéis católicos do mundo - foi assinada pelo Pontífice em 29 de junho, festividade de São Pedro e São Paulo, é dividida em seis partes e consta de 136 páginas.

O texto começa afirmando que "a caridade na verdade, da qual Jesus se fez testemunha, é a principal força propulsora para o verdadeiro desenvolvimento de cada pessoa e da humanidade inteira".

As seis partes do texto são "A mensagem da Populorum progressio", "Desenvolvimento humano em nosso tempo", "Fraternidade, desenvolvimento econômico e sociedade civil", "Desenvolvimento dos povos, direitos, deveres e ambiente", "A colaboração da família humana" e "Desenvolvimento dos povos e da técnica".

A encíclica foi apresentada pelos cardeais Renato Raffaele Martino, presidente do Conselho Pontifício Justiça e Paz, e Paul Josef Cordes, presidente do Conselho Pontifício "Cor Unum" - encarregado de distribuir a caridade do papa -, pelo arcebispo Giampaolo Crepaldi, secretário do Conselho Pontifício Justiça e Paz, e pelo economista Stefano Zamagni, da Universidade de Bolonha (Itália).

O papa Bento XVI já escreveu outras duas encíclicas, "Deus caritas est" (Deus é amor), de 2006, e "Spe salvi" (Salvos pela esperança), de 2007. EFE

Arrebatamento da Igreja

Inúmeros líderes de Igrejas cristãs da atualidade, de variados entendimentos bíblicos teológicos, se proclamam autênticos seguidores da moral evangélica do Cristo e, por conseguinte, idealizam que as suas Igrejas, em particular, será arrebatada fisicamente do ambiente terrestre nos transes das grandes tribulações humanas que advirão nos finais de ciclos para desfrutar diretamente, sem nenhum esforço coletivo, as bodas do Cordeiro no reino celestial. Eximindo-se assim numa atitude egoística de exemplificar perante os demais irmãos da humanidade aquilo que Jesus mais fez questão de ensinar e vivenciar na sua jornada terrestre: a paciência e resignação nas tribulações da vida humana.

São decorridos mais de XX séculos em que árvore do cristianismo abriga sob a sua sombra benéfica as almas humanas, ensinando sob figuras de linguagem os mistérios da imortalidade para além do plano físico terrestre. Essa árvore para chegar frondosa aos nossos atuais dias sofreu ao longo dos séculos os embates da má vontade humana, em forma de perseguições cruciais às suas primeiras sementes, mutilações na formação dos seus primitivos ramos, destruição e queimadas nos seus galhos iniciais.

Muitos líderes atuais dessas Igrejas modernas desconhecem, ou fingem desconhecer, os martírios e tribulações pelos quais passaram os trabalhadores da boa nova dos primeiros séculos de cristianismo, ignorando assim sem racionalizar com integridade, a labuta do crescimento da árvore cristã para chegar aos nossos dias. Utilizando uma figura de linguagem bem simples: aderem ao movimento cristão que leva a bagagem de mais XX séculos de biografias das sociedades terrestres, e sem reflexionar o pão que “o diabo” da alma humana desviada do bem amassou em rejeição à pureza dos princípios cristãos.

Aqui abrimos um parágrafo de reflexão para ajudar irmãos de embrionário entendimento que se julgam inclusos em arrebatamento direto para do reino celestial, descaracterizando a mensagem viva da cruz, do trabalho nobre, do sacrifício pessoal, da perseverança no bem, da humildade e simplicidade nas coisas espirituais, com Jesus: aquele que quiser ser o maior, então que seja o servo de todos; quem a si mesmo se exaltar, será rebaixo na vida celestial; e os últimos é que realmente serão os primeiros...

BREVE RELATO DO CRISTIANISMO:
As primeiras perseguições aos ideais do Cristo foram encabeçadas por Herodes, governador da Judéia, após receber a visita dos astrólogos que estavam na busca de localizar a cidade onde o menino Jesus havia nascido. E Herodes temendo o seu futuro político, baixou um decreto e autorizou a mortandade de todas as crianças do sexo masculino com até dois anos de idade (Mateus 2. 16).

Quando Jesus completou 30 anos começou a sofrer perseguições do Sinédrio, Templo de Jerusalém, onde se praticava a religião mosaica com base no Antigo Testamento das escrituras. O Sinédrio comandava a religião dominante nessa época, na Judéia, e sentiu-se abalado em sua estrutura íntima pela moral que Jesus propagava e vivenciava diante do povo. Os Sacerdotes liderados por Caifás resolveram então promover perseguições aos ideais de Jesus, e essas perseguições foram intensas que culminou no desfecho da condenação e crucificação de Jesus. De fato Jesus foi condenado à morte na cruz por acusação da Religião na figura dos Sacerdotes de Jerusalém; e pelo Poder Político que simplesmente lavou as mãos diante das exigências impostas pelo Sinédrio, e que influenciou a massa popular para aplaudir esse ato bárbaro.

Três cruzes se erguem no alto do monte, naquela sexta feira do ano 33 em que se consumou a ação da condenação de Jesus. Alguém que contemplasse a imagem do crucificado apenas pela visão carnal, abandonado pelos seus seguidores e amigos mais íntimos, e perseguido pelos influentes que executavam a religião dominante da época: os fariseus e saduceus; e também ignorado pelas autoridades políticas que lavaram as mãos para um ato desprezível, que era a crucificação como um malfeitor rebelde. Alguém certamente diria: ali jaz um carpinteiro visionário derrotado. Porém, àqueles que têm olhos para ver e ouvidos para entender além dos sentidos puramente materiais, saberiam que no martírio de Jesus fora descortinado uma luz imorredoura para todos os séculos da vida terrestre, e que no plano oculto do invisível essa luz iria trabalhar ativamente iluminando a escuridão mental na qual vagavam as consciências humanas por longos séculos.

Após a morte física de Jesus as perseguições continuaram sendo destinados aos Apóstolos, com a finalidade de desestruturar os seguidores do Mestre, e tudo isso instituído pelo Sinédrio, onde o jovem Saulo foi um carrasco cruel, até a sua conversão às portas da cidade de Damasco - Síria. Quando em visão espiritual (ARREBATAMENTO) vislumbra em êxtase, o espírito de Jesus ressuscitado (Atos 9. 1 a 18).

A partir dos anos 40, a boa nova tem um novo seguidor Paulo, que se imortalizou como o apóstolo dos gentios, e que juntamente com Lucas, um jovem médico de origem grega, divulgam o Evangelho em várias pátrias sob a jurisdição do Império Romano, inclusive na própria Roma. Após os anos 50, em Antioquia é que os seguidores de Jesus foram realmente chamados de: cristãos (Atos 11. 26), por sugestão de Lucas, nascendo assim o termo cristianismo. Antes eram designados como os fiéis do Caminho (vide Atos dos apóstolos 19. 9)

Quando a evangelização alcançou os bairros de Roma, o imperador Nero autorizou perseguições cruciais à comunidade cristã a partir dos anos 55, aonde chegou ao extremo de mandar atear fogo em seus arredores no ano 64, para culpar cristãos. Aqueles que aderiam ao movimento das idéias cristãs eram caçados cruelmente e quando pegos pelas autoridades romanas eram queimados vivos, outros levados aos circus que serviam de palco para distrair as pessoas, e ali eram submetidos a enfrentar leões famintos, sucumbindo esquartejados por essas feras em dolorosos espetáculos de insensibilidade e degradação humana.

Os Cristãos não tinham direitos sociais e nem podiam se reunir para confessar publicamente suas crenças, pois eram punidos impiedosamente com sofrimentos atrozes até extinção do corpo carnal. Só para reflexionar essas atrocidades: Assim como Jesus foi traído, julgado injustamente pelo Sinédrio e condenado à morte horrenda na cruz... os seguidores mais íntimos do Mestre também foram execrados na praças públicas: Estevão foi apedrejado barbaramente; Pedro foi crucificado brutalmente de cabeça para baixo; Paulo foi degolado com ferocidade; e milhares e milhares de cristãos mortos cruelmente, à luz do dia.

Três séculos de acossamentos cruéis às pessoas que simplesmente buscavam seguir um Mestre que tinha ensinado e vivenciado o amor a Deus, espírito criador de todas as coisas; o amor ao próximo como a si mesmo; a imortalidade da alma; as bem-aventuranças celestes aos que suportassem as provações da luta terrena com fé, esperança, e muito amor no coração.

Uma das perseguições mais atrozes da história foi organizada pelo Imperador Diocleciano no ano 305 que autorizou as Legiões Romanas incendiar do oriente ao ocidente todos os núcleos de pequenas congregações cristãs, mandando assassinar barbaramente milhares e milhares de famílias que professavam a fé em Jesus.

O Império Romano estava em decadência moral. As pessoas não suportavam mais tanta barbaridade. Porém o Evangelho crescia na alma popular, e agora as classes dominantes de Roma já viam com bons olhos o heroísmo dos cristãos em suportarem as cruéis perseguições com tanto amor pelas promessas da imortalidade da alma, para além das provações da existência humana.

Final do século IV. O Império Romano governado por Constantino liberou publicamente o cristianismo em todas as nações do Império. A razão de sua conversão fora uma visão do símbolo da cruz no céu, durante a Batalha da Ponte Mílvia, em que venceu o inimigo na disputa pelo trono. Transcorrido esse período de calmaria sobe ao poder público: o imperador Teodósio, que desejando concentrar em Roma a matriz do cristianismo, constitui então o Catolicismo Apostólico Romano como a religião do estado romano. Com a instituição do Catolicismo o Império Romano estabeleceu a primazia do Bispo de Roma sobre todos os demais Bispos das congregações cristãs distribuídas nas demais regiões do mundo antigo, fato este que causou divisões entre os cristãos. Pois algumas congregações se opuseram a essa subordinação, por exemplo: Antiquióquia que era uma das primitivas do ano 42. Essa tomada de decisões abriu margem para quem se dizia cristão perseguir outro cristão. Doravante, repontam as heresias de crenças; as cruzadas religiosas e explorações de terras que incitam batalhas sanguinárias; as inquisições da crença que promovem perseguições cruéis em Tribunais intitulados de Santo Ofício e que, ao invés de anunciar a vida eterna lançam a morte atroz às pessoas que divergem fundamentos e princípios de crenças...

Mais de dez séculos de lutas fratricidas pela sobrevivência das idéias religiosas, até as reformas protestantes que aconteceram a partir do século XVI.

Certamente que não se alcançará o raciocínio lógico destas lutas renovadoras da evolução social e que sensibilizam as lembranças humanas, ignorando-se o principio básico da vida e muito bem divulgado no Evangelho: a imortalidade da alma. Conscientizou Jesus: “Não temais os que matam o corpo, e não podem matar a alma”... (Mateus 10: 28)

No mundo passareis por tribulações, mas tende bom animo eu venci, vós também vencereis... (João 16. 33)

Confirmando os ânimos dos discípulos, exortando-os a permanecer na fé, pois que por muitas tribulações nos importa entrar no Reino de Deus (Atos 14. 22)

Jesus tinha onisciência que os seus ensinamentos morais iriam inflamar as intolerâncias religiosas do mundo antigo cheio de maldades, violências, pecados, transgressões, corrupções... Ele mesmo dá conhecimento destas coisas, quando esclarece: Não penseis que vim trazer paz ociosa à Terra... Não vim trazer esse tipo de paz; Mas, a ação da luta renovadora... Porque eu vim por em dissensão o homem contra seu pai, e a filha contra sua mãe, e a nora contra sua sogra... E assim os oponentes do homem serão os seus próprios familiares (Mateus 10. 34 a 36).. A sociedade não tinha uma base de fé unificada em Deus, os governos eram pagãos, a religião que era responsável de conduzir as Almas vivia se digladiando umas com as outras em guerras de extermínio e crueldade. E dessa forma a mensagem renovadora do Evangelho do Cristo iria levar séculos para solidificar na alma humana, e que os primeiros trabalhadores de sua causa seriam trucidados vivos nos palcos e circos humanos, como de fato aconteceu: séculos de luta e derramamento de sangue para a sociedade começar a respeitar e reverenciar a moral salvadora de Jesus.

Estas divergências e lutas que ocasionaram muitas provações coletivas no plano físico terrestre elas se tornam perfeitamente compreendidas à luz e justiça da reencarnação das almas. Sem o princípio misericordioso da reencarnação da alma e seu trabalho progressivo para o reino celestial, todas essas lutas e provações seriam incompreensíveis e estaria subordinado a um acaso cego e insensato.

AGORA a certeza que Jesus fez questão de ensinar nos Evangelhos sob o véu de figuras de linguagem, é que após as provações, tribulações e martírios dos seus seguidores na luta material. Nenhum deles ficaria desamparado na vida imortal do espírito após extinção do corpo carnal, porque essas almas heróicas que perseverassem fiéis até o fim em suas provações, suas almas seriam salvas das tribulações do além túmulo, porque estariam amparadas pelos anjos celestiais e conduzidas para o reino espiritual no seio invisível de Deus, E DESTA FORMA É QUE SE REALIZA O ARREBATAMENTO ESPIRITUAL.

Se esperamos em Cristo nó nesta vida (material), somos os mais miseráveis de todos os homens...

E há corpos celestes e corpos terrestres... Se há corpo animal, há também corpo espiritual...

A carne e sangue não podem herdar o reino de Deus (I Cor 15. 19 a 50).

O reino de paz e amor iniciado por Jesus ainda não pertence a este mundo, apesar de nosso mundo, o planeta Terra, no plano extrafisico todo poder de direção espiritual ter sido delegado por Deus: a Jesus Cristo. Nas infinitas moradas da Casa Universal do Pai, Jesus está preparando a todos aqueles que seguem a sua moral com consciência, novos lugares de bem-aventuranças celestiais

Aparentemente apesar de não vermos Jesus com os olhos carnais, Ele está presente invisivelmente em nossas vidas participando interativamente, nos consolando nas lutas, nos inspirando pelo poder espírito. “ Estarei convosco todos os dias até a consumação dos séculos”. E o reino de Deus não vem com aparências exteriores... ali, aqui, lá, acolá... É uma conquista individual e interior, ou seja, é um estado de espírito que alcançamos quando a nossa consciência desperta em si mesmo os sentimentos divinos do Cristo.

Que despertem nas Igrejas nossos irmãos em Cristo, pois na vida eterna que se desdobra nos planos celestiais divinos não existe aposentadoria compulsória, tal qual na existência humana. Lembremo-nos do que ensinou Jesus: O Pai trabalha até hoje, assim também o Cristo, e todos os filhos da luz...

CONSCIENTIZAÇÃO CRISTÃ
Eu sou a Luz da Vida;
Eu sou a Luz do Mundo;
Eu sou o Pão que alimenta o espírito;
Eu sou a água viva que sacia a alma;
Eu sou o caminho, a verdade e a vida.

E que ninguém vai ao seio imaterial do Pai Criador para sentir a grandeza e integração multidimensional com a Vida Celeste, no Cosmos, senão através dos seus ensinamentos que tem a síntese de vivência na prática do amor e da virtude, princípios divinos (João 14. 6).

Jesus é o mesmo ontem hoje e sempre a mais elevada consciência espiritual que Deus, o Criador dos Mundos, facultou ao espírito humano a fim de que o siga como modelo orientador para vencer as provas e provações da luta material, até o Ser complementar a perfeição intelectual e moral no curso das existências que se concretizam nas infinitas moradas astrais do cosmo celeste.

PRINCÍPIOS MORAIS DO EVANGELHO DO CRISTO:
Amor a Deus - o Criador, com a força da alma, de todo coração, de todo entendimento;
Amor ao próximo como a si mesmo;
Fé em ti mesmo e no Poder Divino que te sustenta;
Não articular o mal para as pessoas nem por pensamentos, palavras, ou atitudes... Mas realizar o bem sem cessar;

Perdoar sem restrições: mágoas, ofensas morais, ações maldosas do próximo. No mesmo raciocínio como esperamos que Deus perdoe as nossas transgressões, em síntese: Pai! Perdoai os nossos pecados, assim como perdoamos as faltas que os nossos ofensores cometem contra a nossa consciência;

Orar com confiança, ou seja: buscar conexão com Plano Divino sem descanso; abençoar as adversidades; refletir bons pensamentos às pessoas com as quais não temos harmonia e nem afinidades pessoais simpáticas;

No plano divino serás analisado pelas obras do bem que realizares na vida;

Se a recompensa pelo bem que semeares não acontecer no plano terrestre, com certeza, realizar-se-á nos planos celestes da vida superior;

Acreditar plenamente na imortalidade da alma, e intensificar em si mesmo, a virtude de seus tesouros imperecíveis;

Confiar na assistência invisível dos poderes de Deus através de suas potências angélicas;

Procurar desenvolver o reino divino no coração, e esperar trabalhando com fé a felicidade de viver intensamente nas muitas moradas astrais, que integram a Casa Universal de Nosso Pai Celestial.

Eis a razão de Jesus imolar-se na cruz em prol de sua mensagem de amor e salvação moral à alma humana decaída em erros de existências passadas, para ensinar à humanidade exemplos dignificantes que em nome de Deus não se deve violentar a ninguém e nem promover desordens religiosas. Ele, Jesus filho do Altíssimo, ensinou e exemplificou com sacrifícios que culminou na sua crucificação que somente através do amor fraterno, do perdão incondicional, do trabalho social, do serviço pelo bem comum, da fé no poder divino, na tolerância às diferenças de crenças, e no respeito moral às pessoas poderemos encontrar a nossa redenção para a vida eterna no seio imaterial do Criador.

Autor: Abrahão Ribeiro

Para Entender o Apocalipse

As Diferentes Escolas de Interpretação
"Interpretar o livro do Apocalipse é difícil. É mais fácil deixar outros pensarem por nós através das várias escolas de interpretação. Essas escolas são o Idealismo, o Preterismo, o Futurismo e o Historicismo. Contudo, com todas as melhores ferramentas, a interpretação é ainda uma questão espiritual", explica Roy Gee. Este artigo propicia algumas ferramentas úteis para a interpretação do último enigmático livro bíblico.
Todos acham o suspense difícil de suportar. O suspense geralmente está ligado a temor e energias despendidas. É por isso que a mente humana sempre busca evitar o suspense. Tentamos encontrar descanso através do processo de pormenorização.
Pormenorização é a taquigrafia mental. É um princípio de categorização. Para a maioria de nós, é mais fácil de funcionar. Podemos evitar o processo agonizante do pensamento profundo.
Não podemos garantir sempre que a "pormenorização" nos ajudará a operar eficientemente, porque há perigos inerentes à prática. Com freqüência envolve podar aquelas partes salientes que não se ajustam às nossas categorias. Classificar requer a super-simplificação.
O problema é que os simplificadores amiúde tornam-se os mistificadores-e causam grande dano.

Interpretando
Essas verdades psicológicas são relevantes quanto a como interpretamos o livro do Apocalipse. Não podemos aliviar nossa tensão mental de interpretação do Livro do Apocalipse a menos que tenhamos um esquema, ou método, de interpretação.
Em cada esquema, ou método, há perigos embutidos. E quanto mais rígido formos em nosso apego ao esquema preconcebido, maior probabilidade haverá de que nossas conclusões serão falsas.
Herder indagou: "Houve alguma chave enviada com o livro do Apocalipse, e teria sido esta perdida? Terá sido lançada no mar de Patmos...?"
Em vista de que uma tal chave não foi enviada, os intérpretes têm sido forçados a inventar várias. Todas funcionam com uma certa medida de êxito. Comentários de todas as escolas de persuasão estão repletos de evidência de fechaduras forçadas. Isso deixa mentes inquiridoras com aquele suspense que acompanha toda investigação honesta.

Escolas e Tempos
A maioria das diferentes escolas de interpretação pode ser entendida na forma em que seu método explica o tempo. Os preteristas afirmam que a maior parte do Apocalipse tem sua principal referência no passado. Os futuristas declaram que a maior parte do livro ainda deverá ter cumprimento futuro. Os historicistas estão seguros de que o livro foi cumprido parcialmente no passado, está ainda tendo cumprimento no presente, e somente se cumprirá plenamente no futuro.
A escola Idealista rejeita todas essas três escolas. O idealista diz que essas três escolas são por demais específicas ao interpretar os símbolos proféticos. O idealista busca um método de interpretação mais espiritual, filosófico ou poético.

Escola do Idealismo
A escola idealista de interpretação julga que o livro de Apocalipse é um desdobrar de princípios em figuras. O propósito do livro de Apocalipse não é falar de eventos específicos a virem. É somente para ensinar verdades espirituais que podem ser aplicadas a todas as situações (ou serem delas derivadas).
Contudo, é difícil ver um propósito no livro de Apocalipse se for somente um retrato detalhado de princípios encontrados noutras partes. Se tais princípios já foram ensinados claramente alhures, por que agora se apresentam em forma tão misteriosa?

Erdman indaga:
. . . os princípios não se tornam até mais impressionantes quando incorporados em eventos que o autor viu, e em eventos ainda mais momentosos que nas visões proféticas ele contemplou no horizonte de uma era mais luminosa que deveria ainda raiar? (Chrles R. Erdman, Revelation, p. 25)

Incoerências do Idealismo
Absoluta coerência é impossível para o Idealismo, tanto quanto para todas as outras escolas. O Apocalipse descreve a segunda vinda de Cristo. Se esse for um evento histórico real, por que alguns dos retratos dos eventos do Apocalipse antes disso também são históricos?
É impossível divorciar qualquer livro de sua ambientação histórica. Isso é duplamente verdadeiro com respeito ao livro do Apocalipse porque é o exemplo máximo de literatura apocalíptica. Todo esse gênero literário trata com história. Não está interessado em abstrações.

Escola Preterista
O preterismo é a metodologia mais popular para o exame do Apocalipse entre os eruditos críticos. Essa escola é também conhecida como a contemporânea-histórica. Essa escola inclui exegetas tão brilhantes quanto Beckwith, Swete, Ramsay, Simcox, Moses Stuart, e F. F. Bruce.
Esses escritores entendem que as principais profecias do livro do Apocalipse cumpriram-se na destruição de Jerusalém (em 70 AD) e na queda do Império Romano.
A força do Preterismo é que se baseia em considerável montante de verdade. O livro de Apocalipse de João deve ter feito sentido para os seus primeiros leitores, seus contemporâneos. Que pastor escreveria uma carta para o seu rebanho que não tivesse imediato significado para essas ovelhas?

Protesto Contra o Preterismo
O principal defeito do Preterismo é que parece deixar a igreja ao longo das era sem direção específica. Milligan declara:
. . . o livro [de Apocalipse] apresenta distintamente em sua aparência o fato de que não está confinado ao que o Vidente contemplou imediatamente ao seu redor. Trata de muito do que devia acontecer até o pleno cumprimento da luta da Igreja, a completa conquista de sua vitória, e o integral alcance de seu descanso. A Vinda do Senhor tão freqüentemente referida certamente não se esgotou naquela destruição da política judaica que agora sabemos que devia preceder por muitos séculos o encerramento da Dispensação presente; e os inimigos de Deus descritos continuam a sua oposição à verdade não meramente num ponto determinado e próximo, quando são contidos, mas ao final, quando são derrotados derradeiramente e para sempre. Há uma progressão no livro que é somente detida com o advento final do Juiz de toda a Terra; e nenhum sistema justo de interpretação nos permitirá considerar as diferentes pragas dos Selos, Trombetas, e Taças como simbólicos somente de guerras que o Vidente havia contemplado em seus princípios, e que sabia que terminariam com a destruição de Jerusalém e Roma. Contra a idéia de que São João estava limitado aos acontecimentos de seu próprio tempo o tom e espírito do livro são um contínuo protesto. Nem se pode alegar que ele combine isso com o que se daria por fim, deixando, por razões inexplicadas da parte dele, um longo intervalo de tempo sem notícia. Não há evidência de um intervalo. Os relâmpagos e trovões se desencadeiam em sucessão próxima desde o princípio até o fim do livro. Julgado mesmo por seu caráter geral, o Apocalipse não pode ser interpretado segundo esse sistema moderno. (W. Milligan, Lectures, págs. 141, 142).

O Preterismo Ignora o Futuro
Deixamos o Preterismo com as palavras do profeta João ecoando em nossos pensamentos: "Sobre para aqui, e te mostrarei o que deve acontecer depois destas coisas". Apocalipse 4:1. Tenney escreveu:

A fraqueza desse ponto de vista [o Preterismo] é sua limitação terminal. Obviamente os juízos preditos não se cumpriram, e conquanto figurativamente se possa interpretar a conquista do mundo por Cristo e o retrato de um juízo final, nada disso ainda apareceu. O preterista tem uma interpetação que possui um firme pedestal, mas que não dispõe de uma escultura acabada para nela ser firmada. (M. C. Tenney, Revelation, pág. 144).

A Escola do Futurismo
O futurismo situa-se no outro extremo da interpretação, com relação ao preterismo. O futurismo acredita que o livro de Apocalipse, com a possível exceção dos três primeiros capítulos, aplica-se totalmente ao futuro. O Futurismo aponta à tribulação final da igreja e é portanto especialmente dirigido aos crentes nos primeiros últimos anos da história. Digo "especialmente" porque nenhum futurista nega o valor presente das promessas e princípios achados na profecia.

Diz Todd sobre o Apocalipse:
Não devemos, destarte, procurar o cumprimento de suas predições nem nas primeiras perseguições e heresias da igreja nem na longa série de séculos desde a primeira pregação do Evangelho até agora, mas nos eventos que devem imediatamente preceder, acompanhar e seguir-se ao Segundo Advento de nosso Senhor e Salvador. (J. H. Todd, Six Discourses on the Apocalypse, quoted by W. Milligan, Lectures, p. 135).

Futurismo e Literalismo
Os futuristas tendem a ser literalistas. Seguem a regra de que "todas as declarações proféticas devem ser interpretadas literalmente a menos que evidência contextual, ou o bom senso, tornem esse procedimento impossível". A maioria dos expositores (outros que não os futuristas) dizem que essa regra devia ser revertida quando interpretando-se o Apocalipse.
As objeções ao Futurismo são semelhantes àquelas contra o Preterismo. O Futurismo torna o livro de Apocalipse de pouco valor para a maioria dos cristãos no que se refere ao desenrolar da maior parte da história. A maioria dos cristãos são ignorados ao longo da história. Dirige-se somente aos que vivem nos últimos momentos da história. O Futurismo estreita demasiadamente a perspectiva da Revelação.

A Igreja Sobre a Terra
Uma posição básica assumida por futuristas dispensacionalistas é de que após Apocalipse 4:1 a igreja nunca é vista sobre a Terra. Alegam que os capítulos 6 ao 19 somente retratam um remanescente judaico.
A resposta a isto é que o livro de Apocalipse representa a igreja no céu misticamente. Isto se dá por causa da união da igreja com o Seu assunto Senhor.
Outros versos do Novo Testamento encaram a igreja nessa forma mística (Efés. 2:6; Fil. 3:20, Col. 3:1). Os membros da igreja que originalmente leram esses versos de que a igreja estava no céu o fizeram enquanto fisicamente sobre a Terra!
Apocalipse 7, 11 e 12 retratam a igreja cristã sobre a Terra. Certamente esses capítulos o fazem sob o simbolismo do antigo povo do concerto de Deus. Contudo, qualquer método de interpretação que admite o simbolismo judaico da revelação literalmente torna o livro sem sentido. O próprio estofo da literatura apocalíptica é pictórico e emblemático, não o literal.
O livro de Apocalipse inteiro é dirigido aos servos de Cristo, ou seja, às igrejas cristãs. Aqueles que foram mortos por confessarem o evangelho de Cristo são mencionados sob o quinto selo. Apocalipse 8 fala das orações de todos os santos ("santos", no Novo Testamento significa somente cristãos ou anjos).

A Escola do Historismo
O historicismo é o método de interpretação da profecia que declara que o livro do Apocalipse é um histórico profético da igreja e do mundo, desde o tempo de João até o segundo advento.
As predições dadas no livro do Apocalipse não são somente movimentos gerais na história, declara o Historicismo. Mesmo eventos específicos são preditos. Isso inclui a identificação de datas reais do calendário.
Historicistas destacados incluem Begel, Mede, Newton, Elliott, e Guinness. O livro Prophetic Faith of Our Fathers [A fé profética de nossos pais], de L. E. Froom, é um esplêndido compêndio do Historicismo e sua apologia. Alista os nomes e posições expositórias de centenas de intérpretes.
Hoje, somente um pequeno número de eruditos protestantes são conhecidos como historicistas. Esses eruditos se acham somente em grupos isolados. Os mais conhecidos dentre tais grupos são os membros da denominação adventista do sétimo dia.

Três Problemas do Historicismo
M.C. Tenney fez sua crítica ao historicismo:
Há várias objeções a uma interpretação do Apocalipse segundo um ponto de vista completamente historicista. Primeiramente, a exata identificação dos eventos da história com sucessivos símbolos nunca foi finalmente empreendida, mesmo após os acontecimentos terem-se dado. É razoável supor que durante o lapso de 1.900 anos pelo menos uma porção das predições teriam tido cumprimento. Se tivessem de ter algum valor para o leitor do Apocalipse como uma indicação de seu lugar dentro do processo histórico, deviam ser identificáveis com certeza. Tal, contudo, parece não ser o caso. Os pontos de interpretação sobre o qual a maioria dos intérpretes doutrinários concordam podem ser interpretados como tendências tanto quanto eventos. Uma vez que as tendências podem ser evidentes em qualquer período da história, tais profecias não apontam a nenhuma época.
Em segundo lugar, os intérpretes históricos não têm explicado satisfatoriamente porque uma profecia geral deva confinar-se às fortunas do Império Romano ocidental. A interpretação histórica destaca principalmente o desenvolvimento da igreja na Europa ocidental; pouca atenção dá ao Oriente. Contudo, nos primeiros séculos da era cristã a igreja aumentou tremendamente no Oriente, e difundiu-se até alcançar a Índia e China, embora não tenha conseguido uma base permanente em todas as regiões desses países. Se um método contínuo-histórico deva ser seguido, deve ter um escopo mais amplo.
Em terceiro lugar, se o método contínuo-histórico for válido, suas predições teriam sido suficientemente claras desde o princípio para dar ao leitor alguma pista do que significavam. Se o fogo e a saraiva da primeira trombeta (8:7) realmente se referiam às invasões dos godos, é difícil ver como qualquer cristão do primeiro século poderia ter entendido a predição de tal modo a ter qualquer valor de sua parte para sua reflexão. (M. C. Tenney, Revelation, pp. 138, 139).

O Historicismo Não Tem Aplicação aos Primitivos Cristãos
Notem também a queixa de Hendriksen contra um livro historicista de orientação de esquerda:
Sobre minha mesa jaz um comentário recentemente publicado sobre o Apocalipse. É um livro muito "interessante". Considera o Apocalipse como um tipo de história escrita em antecipação. Descobre nesse último livro da Bíblia copiosas e detalhadas referências a Napoleão, às guerras balcânicas, à grande guerra européia de 1914-1918, ao ex-imperador germânico Guilherme, Hitler, e Mussolini, N.R.A., etc.-nosso veredito? Essas explicações e coisas desse tipo devem ser descartadas imediatamente. . . . Diga-me, caro leitor, que benefício os cristãos severamente perseguidos e sofredores do tempo de João obteriam de predições específicas e detalhadas concernentes às condições européias que prevaleceriam cerca de dois mil anos depois? (W., Hendriksen, More Than Conquerors, p. 14).

Essa crítica é válida.

O Historicismo Ignora os Ciclos da História
Os filósofos da escola historicista percebem que a história é cíclica. (O cristã entende que esses ciclos têm lugar dentro da linha reta da história que se estende da Criação à Segunda Vinda).
Em todas as eras, Deus e Satanás seguem princípios apropriados ao caráter que possuem. É por tal razão que a história se "repete", conquanto em diferentes graus de desenvolvimento. A luta entre o bem e o mal produz situações semelhantes durante diferentes épocas da história. Se o historicista estrito devesse reconhecer essa natureza obviamente cíclica da história, deixaria de ser um historicista estrito.

O Historicismo é Demasiado Extra-Bíblico
Outra objeção ao historicismo é que requer muito conhecimento extrabíblico. O estudante da Bíblia deve depender de historiados, como Gibbon, D'Aubigné ou Wylie. Moisés, os profetas, os evangelhos e as epístolas não seriam suficientes?

O Historicismo Ignora a Iminência
Nossa última crítica é a mais forte. Os historicistas criam cuidadosos esquemas ou gráficos de cálculos de longo prazo. Mas esses esquemas negam a clara evidência do Novo Testamento de que nunca foi ideal de Deus que muitos séculos dividissem os dois adventos de Cristo.
De uma forma ou de outra, o pensamento de que os vários eventos preditos no livro de Apocalipse devessem ter lugar num futuro não distante é especificamente declarado sete vezes-"coisas que em breve devem acontecer" (caps. 1:1; 22:6), "o tempo está próximo" (cap. 1:3), e "Venho sem demora" (cap. 3:11; 22:7; 12, 29). Referências indiretas à mesma idéia aparecem nos caps. 6:11; 12:2; 17:10. A resposta pessoal de João a essas declarações do breve cumprimento dos propósitos divinos foi, "Vem, Senhor Jesus!" (cap. 22:20).
Em qualquer um dos vários pontos críticos da história deste mundo, a justiça divina poderia ter proclamado, "Está feito!" e Cristo poderia ter vindo para inaugurar o Seu reino de justiça. Há muito tempo atrás poderia ter posto em execução os Seus planos para a redenção deste mundo. Assim como Deus ofereceu a Israel a oportunidade de preparar o caminho para o Seu reino eterno sobre a Terra, quando se estabeleceram na Terra Prometida e novamente quando retornaram de seu cativeiro babilônico, assim Ele deu à igreja dos tempos apostólicos o privilégio de completar a comissão evangélica.

...embora o fato de que a segunda vinda de Cristo não se baseie em quaisquer condições, a repetida asserção das Escrituras de que a vinda está iminente era condicionada à resposta da igreja ao desafio de concluir a obra do evangelho em sua geração. A Palavra de Deus, que séculos atrás declarou que o dia de Cristo "vem chegando" (Rom. 13:12), não falhou. Jesus teria vindo muito rapidamente se a igreja tivesse realizado sua obra designada...

Assim, a declaração do anjo do Apocalipse a João com respeito à iminência do retorno de Cristo para terminar o reino de pecado deve ser entendida como uma expressão da vontade e propósito divinos. Deus nunca teve o propósito de delongar a consumação do plano da salvação, mas sempre expressou Sua vontade de que o retorno de nosso Senhor não se retardasse demasiado.
Essas declarações não devem ser entendidas em termos da presciência de Deus de que ocorreria um atraso tão grande, nem mesmo à luz da perspectiva histórica do que realmente teve lugar na história do mundo desde aquele tempo (SDA Bible Commentary [Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia], vol. IV, pp. 728-729).
Eu concordo. Não que Deus Se tenha frustrado. Não, por momento algum. Deus sempre oferece um ideal que é capaz de ser alcançado por completa dependência nEle. Lamentavelmente, isso é raramente reconhecido.

Graças a Deus Por Todas as Escolas
Que concluiremos a respeito das várias escolas de interpretação? Somos gratos a Deus por elas todas! Mas nós mesmos praticamos o ecletismo. Todas as escolas têm a verdade, bem como problemas. Obtemos a verdade de cada uma dessas escolas.
Devemos ver essas várias escolas e metodologias como reflexões fragmentadas da verdade integral. Vejamos novamente a necessidade de "afirmar o que é afirmado, mas negar as negações".

As Melhores Ferramentas de Interpretação
Devemos sempre começar nossa exegese (ou interpretação) da Escritura considerando as pessoas e tempos a que sua mensagem se dirigia. Para entender o que lhes foi escrito devemos entender o que para eles significava.
Juntamente com isso, reconheçamos a sabedoria de Deus, cujos anos não têm fim e que prometeu nunca esquecer a igreja. Este é Aquele que declarou através de Amós: "Certamente, o Senhor Deus não fará coisa alguma, sem primeiro revelar o seu segredo aos seus servos, os profetas". (Amós 3:7).
Certamente Este pode ser digno de confiança quanto a que manterá a sua promessa.
Em vista de que Deus nunca muda os Seus justos caminhos, Ele será o mesmo em todas as épocas. As obras de Deus sempre refletirão o mesmo selo, conquanto estejam em diferentes estágios de desenvolvimento.
O princípio apotelesmático vê sucessivos cumprimentos da profecia. Esses cumprimentos atingem o clímax nos últimos dias. É provavelmente a melhor ferramenta interpretativa de todas quando a ligamos com os princípios contextuais gramaticais, históricos e hermenêuticos.

Ferramenta Espiritual de Interpretação
Finalmente, é verdade que somente os puros de coração verão a Deus (Mat. 5:8). É verdade que os perversos prosseguirão agindo impiamente e nenhum desses perversos entenderá (Daniel 12:10).
Portanto, todo exegeta, todo estudante da Bíblia deve dizer: "Como vai a minha alma"?

Devemos perguntar: "Já compreendi o evangelho eterno que mudou nosso mundo no primeiro século? Que novamente o mudou no século dezesseis? Que é o único fator que pode transformar o nosso triste e lamentável tempo? Esse evangelho já me transformou?"
Quando está bem a minha alma, aceitarei com equanimidade seja o que os tempos (na providência divina) me reservem. Continuamente ajustarei o meu pensamento segundo a luz progressiva.
Mesmo nossas deficiências como intérpretes das profecias cooperarão para o bem! Elas nos situarão em humildade perante Deus, que somente é a Verdade. Deus somente pode fortalecer-nos a caminhar nessa verdade.

Quem Será o Cruel Anticristo?

"...se outro vier em seu próprio nome, certamente o recebereis" (João 5.43).

O Senhor Jesus advertiu aos seus discípulos que os dias do Anticristo seriam os piores momentos que o mundo iria conhecer. Ele predisse um período de falsos messias, guerras, rumores de guerras, tristeza, decepção, iniquidade, perseguição e catástrofes mundiais. Os tempos do fim serão tão terríveis que,

"não tivessem aqueles dias sido abreviados, ninguém seria salvo" (Mateus 24.22).

Afinal, quem é o Anticristo? Sabemos que esse personagem fará a sua entrada no cenário mundial como um homem de paz. Quem sabe, ele até ganhe um prêmio Nobel. Sabemos também que ele "destruirá a muitos que vivem despreocupadamente" (Daniel 8.25).
Ele vai garantir a paz para Israel e o Oriente Médio e assinará um tratado de paz de sete anos, que será quebrado depois de três anos e meio (Daniel 9.27).
Cuidado, você que ainda não conhece a Palavra de Deus, pois o Anticristo será um homem de charme e carisma quase hipnóticos. Ele virá dos estados federados da Europa, o império romano redivivo.
Em sua caminhada rumo ao poder, o Anticristo lançará sua força hipnótica sobre um dos dez países dessa federação e, depois, sobre os outros. Ele conquistará três das dez nações e assumirá a autoridade sobre todas as dez; depois, lançará seus olhos vorazes sobre a menina dos olhos de Deus: Israel.
Ele usará força militar para ganhar e manter a supremacia mundial; trará, inicialmente, prosperidade ao mundo. Haverá um grande colapso econômico mundial e ele seduzirá o mundo com promessas de prosperidade.
O Anticristo terá um plano para a dominação mundial. Ele vai criar uma moeda única mundial, uma religião para todos e um governo central, chamado hoje a Nova Ordem Mundial. A economia controlada pelo Anticristo será uma sociedade sem moeda corrente, na qual todas as transações poderão ser controladas eletronicamente, como está escrito:

"A todos, os pequenos e os grandes, os ricos e os pobres, os livres e os escravos, faz que lhes seja dada certa marca sobre a mão direita ou sobre a fronte, para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tem a marca..." (Apocalipse 13.16-17).

Você pode não acreditar nisto, mas Satanás tem planejado estabelecer a nova ordem mundial desde que Ninrode se propôs a construir uma torre nas planícies de Sinear - a torre de Babel. O diabo ofereceu a Jesus uma nova ordem se Ele se curvasse diante dele e o adorasse.
Depois da primeira Guerra Mundial, a "guerra para por fim a todas as guerras", o presidente americano Woodrow Wilson desenvolveu a idéia da liga das Nações a fim de manter a paz através de um governo único. Também o maior louco alemão de todos os tempos, Adolf Hitler, disse que traria "uma nova ordem" à Europa.
O Anticristo promoverá um governo mundial único, um mundo sem fronteiras, em que as nações serão regidas por leis internacionais impostas a elas.
Ele colocará a sua imagem esculpida na cidade de Jerusalém e ordenará que todas as nações o adorem; caso contrário, as pessoas serão decapitadas, como está escrito:

"seduz os que habitam sobre a terra por causa dos sinais que lhe foi dado executar (pelo diabo), dizendo aos que habitam sobre a terra que façam uma imagem, para que não só a imagem falasse, como ainda fizesse morrer todos quantos não adorassem a imagem" (Apocalipse 13.14-15).

O Anticristo será vítima de uma tentativa de assassinato:

"Então vi uma de suas cabeças como golpeada de morte, mas essa ferida mortal foi curada; e toda a terra se maravilhou, seguindo a besta" (Apocalipse 13.3).

Assim como o diabo sempre foi um imitador das coisas de Deus, também o Anticristo irá rivalizar com a morte e ressurreição do Senhor Jesus. Ele entra em cena em Apocalipse 6, cavalgando um cavalo branco, porque o verdadeiro Messias faz sua aparição em Apocalipse 19 montado num cavalo branco.
Ao contrário de Jesus Cristo, porém, os dias do Anticristo estão contados:

"Mas a besta foi aprisionada, e com ela o falso profeta que, com os sinais feitos diante dela, seduziu aqueles que receberam a marca da besta e eram adoradores da sua imagem... Os dois foram lançados vivos dentro do lago de fogo que arde com enxofre" (Apocalipse 19.20).

Mas, os crentes em Cristo, meu amigo, não estão interessados na aparição deste maligno personagem, mas na gloriosa aparição do Senhor dos Senhores - Jesus Cristo.
Aquele que há vir, virá, e não tardará, o Rei da Glória - Jesus Cristo.
Amém.

Autor: Adail Campelo

O que significa a "Coroa da Vida"?

O simbolismo da “coroa” está em várias passagens bíblicas: “Coroa de ouro” (Sl 21.3; Ap 14.14); “coroa de glória” (Pv 4.9; Is 28.5; 1 Pe 5.4); “coroa de honra” (Pv 16.31); “coroa de espinhos” (Mt 27.29); “coroa da justiça” (2 Tm 4.8); “coroa da vida” (Tg 1.12).

Vejamos os dicionários:
Dicionário VINE (W.E.Vine) – COROA, substantivo. Do grego stephanos, primariamente, aquilo que cerca, como um muro ou multidão, denota (a) “a coroa de vencedor”, o símbolo de triunfo nos jogos ou em competições semelhantes; consequentemente, por metonímia, recompensa ou prêmio; (b) “prova de honra pública” por distintos serviços prestados, coragem militar, etc., ou de alegria nupcial ou júbilo festivo, sobretudo na parousia de reis. Era entretecida como guirlanda de carvalho, hera, salsa, murta ou oliveira, ou em imitação destes em ouro. Em algumas passagens, a referência aos jogos está clara (1 Co 9.25; 2 Tm 4.8), “coroa da justiça”); o mesmo pode se dar assim em 1 Pe 5.4, onde a inarcessibilidade da “coroa de glória” é posta em contraste com as guirlandas da terra. Em outras passagens, figura como emblema de vida, alegria, recompensa e glória (Fp 4.1; 1 Ts 2.19; Tg 1.12; Ap 2.10; 3.11; 4.4,10), de triunfo (Ap 6.2; 9.7; 12.1; 14.4). É usado para referir-se à “coroa de espinhos” que os saldados trançaram e puseram na cabeça de Jesus Cristo (Mt 27.29; Mc 15.17; Jo 19.2.5)”.
Dicionário Teológico (Claudionor C. de Andrade) – COROA: Ornato de forma circular que se coloca sobre a cabeça como símbolo de poder, dignidade e distinção. No Novo Testamento, a coroa é o emblema dos galardões que os santos receberão quando da vinda de Jesus Cristo (Ap 4.10).

“E, quando aparecer o Sumo Pastor, alcançareis a incorruptível coroa de glória” (1 Pe 5.4).

“Desde agora a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, justo juiz, me dará naquele Dia; e não somente a mim, mas também a todos os que amarem a sua vinda” (2 Tm 4.8).

“Bem-aventura o varão que sofre a tentação; porque, quando for provado, receberá a coroa da vida, a qual o Senhor tem prometido aos que o amam” (Tg 1.12).

Em resumo, receber uma coroa é receber um prêmio, recompensa, galardão. A “coroa da vida” de que trata Tiago 1.12 deve ser entendida como “coroa da vida eterna”, isto é, o maior prêmio que um ser humano pode ganhar, o de viver eternamente no céu, na glória, com o Senhor Jesus Cristo.

Autor: Pastor Airton Evangelista da Costa

As Seis Lições Extraídas da Parábola do Filho Pródigo

"E disse: Certo homem tinha dois filhos; e o mais moço disse ao pai: Pai dá-me a parte dos bens que me pertence. E ele repartiu por eles a fazenda."( Lc 15. 11 , 12- 32).

Os líderes religiosos judaicos não entendem o amor de Cristo pelos pecadores. Precisamos ler essa parábola partindo do seu contexto histórico. A intenção de Cristo não é apenas a de dizer que Deus ama os homens, mas que Deus ama os homens pecadores.

Pecado, perdição e amor. Esses são os três temas principais da parábola mais famosa da Bíblia. Em primeiro lugar, sua intenção é revelar o porquê de o ser humano ser considerado pecador. Em seguida, Cristo revela a natureza da conseqüência maior do pecado que é a perdição. Em terceiro lugar, Cristo revela a extensão do amor que Deus tem pelos pecadores perdidos.

Só entenderemos o cristianismo e a própria missão de Cristo se compreendermos essa parábola. Vejamos, portanto, a primeira verdade que ela tenciona ensinar: a natureza do pecado humano.

O filho mais novo via o pai como alguém rude, incapaz de compartilhar de todos os bens, por isso, exige sua parte da herança. A rebeldia, entretanto, estava no filho, que descumprindo a lei judaica, se torna herdeiro antes da morte do pai.

Desperdiça toda herança, fica na miséria. Pobre e infeliz resolve pedir ajuda a um fazendeiro. Pensou encontrar ali abrigo, comida e misericórdia, mas, não foi o que aconteceu. Sentiu fome, frio e solidão, dia após dia. "E ninguém lhe dava nada" (v.16)

"E tornando em si, disse: Quantos jornaleiros de meu pai têm abundância de pão, e eu aqui pereço de fome!"(v.17)Ele percebeu que o pai era bondoso, generoso até mesmo com os trabalhadores (com quem não tinha parentesco), não seria com ele, filho? Percebeu que os bens materiais não foram capazes de fazê-lo feliz. Entendeu que ninguém o compreenderia tão bem quanto seu Pai.

Para a maior parte dos cristãos, que por diversas vezes ouviram referências a essa parábola em sermões dominicais, a estória significa pouco mais do que a infinita generosidade do Pai, que recebe de braços abertos o filho pródigo que saiu de sua Casa para entregar-se à devassidão, dissipando sua herança. É mais uma lembrança de que o erro não compensa, mas que, em última análise, se tivermos a desgraça de cair no pecado (e quem não caiu incontáveis vezes?) podemos, por meio da verdadeira contrição, ser perdoados e recebidos de novo pelo Pai.

Essa interpretação singela tem seus méritos e satisfaz a grande massa dos fiéis. Mas existe muito mais riqueza por trás dessa parábola, que é um verdadeiro exemplo de quantos ensinamentos podem estar velados na linguagem do simbolismo.

Quantas pessoas estão passando por problema semelhante? O pai da parábola representa Deus. Muitos, por não conhecê-lo, julgam-no distante, impiedoso e egoísta. Incapaz de compreender sentimentos, de amar os injustos pecadores. Optam por viver afastado, recebendo apenas "a parte que lhe cabe na herança" (a vida com suas mazelas).

Procuram ajuda nos "fazendeiros" do mundo, que só têm olhos para seus "porcos",ou seja, suas vidas sujas, imundas como um chiqueiro. "fazendeiros" que nada têm a oferecer, porque desconhecem o Pai.

Arrependido, o filho volta para casa. Imagino-o derramando lágrimas durante a viagem. Quantas lembranças do pai...

"Pai, pequei contra o céu e perante ti, e já não sou digno de ser chamado teu filho. Mas o pai disse aos seus servos: Trazei depressa a melhor roupa, e veste-lho, e ponde-lhe um anel na mão, e alparcas nos pés" (versos 21 e 22)

As vestes representam um novo espírito, o anel, uma nova aliança, desta feita, eterna. As sandálias representam um novo caminho. O filho agora estava bem abrigado nos braços do Pai.

• O Filho mais velho
Recebeu do pai, conforme a lei, uma maior parte da herança (dois terços), enquanto o mais novo(um terço). Nunca deixara a casa do pai, era moderado e cumpria com seus deveres, porém, nunca investira em um relacionamento com o pai. Por isso, não o conhecia. Sua falta de amor era tamanha que sequer consegue chamar "meu irmão" e se refere ao irmão como: "este teu filho" (v.30).

Mesmo tenho muitos bens, faz questão do cabrito matado para festa do irmão: "Nunca me deste um cabrito (V.29). Era egoísta. Esse filho representa os fariseus. A casa do pai representa o templo, a igreja. Está no templo, não significa necessariamente, conhecer a Deus.

Esse filho também precisa de arrependimento, salvação, encontro íntimo e real com seu pai (Deus). Esse filho ainda não conhece o verdadeiro amor, pois, nunca buscou-o.

• A mãe do filho pródigo
Entendo que não por acaso, Jesus contou três parábolas seguidas, presentes em Lucas 15: A parábola da Ovelha Desgarrada, Dracma Perdida e Filho Pródigo. Há semelhança entre as três que se relacionam entre si. Todas falam do resgate do pecador arrependido e da necessidade de arrependimento dos fariseus.

Vejo que na Parábola da Ovelha, o Pastor é Jesus. Na Dracma Perdida, a mãe é a Igreja, a Candeia, O Espírito Santo. No Filho Pródigo- o Pai É Deus. Então: Aqui está o papel da Trindade na salvação do homem.

Jesus É o bom Pastor que deu sua vida pelas ovelhas, seu sacrifício na cruz, redime o homem de todo pecado, conduzindo-o a salvação. A Igreja é representante de Deus, necessita ter o fogo do Espírito Santo, a candeia acesa para ir em busca dos perdidos. Deus está sempre esperando os filhos retornarem para casa, Ele sempre os recebe com alegria e amor. Houve festa no céu na parábola da Ovelha, festa na casa da mulher, na parábola da dracma, festa na casa do filho pródigo.

Então: Sendo a igreja a mãe, a mesma que buscou a dracma, ela está presente na parábola do filho pródigo. Ela é a casa do filho pródigo.

Uma casa que manteve a candeia acesa por todo o tempo em que o filho esteve distante. àquele pai, deve ter orado pela volta do filho, derramado lágrimas em suas petições a Deus. É assim que agem os cristãos cheios do Espírito Santo.

O filho mais velho estava sempre em casa (Igreja) só que sua candeia estava apagada. Ele não se alegrou com a volta do irmão, não orava por isso, sequer procurava saber como estava. Ele é o retrato da Igreja inoperante, morta, sem amor pelos perdidos, ou mesmo pelos que já se encontram salvos.

• Veja agora as seis lições extraídas da parábola do filho pródigo:
1. Pare para considerar hoje a sua origem.
Pense no fato de que você poderia ter sido um aborto literal ou metafísico. Você poderia ter morrido no ventre da sua mãe, ou ter sido apenas uma possibilidade na mente de Deus.

2. Pare para considerar hoje o que você recebeu.
Você não apenas foi criado, mas tem sido mantido pelo poder de Deus. Um Deus que tem enriquecido sua vida das mais diferentes formas. Não menospreze o que lhe foi dado por amor. Doado não para a sua destruição, mas para o enriquecimento da sua vida.

3. Pare para considerar hoje o caráter do autor de tudo o que você tem e é.
Pense na origem de tudo o que foi criado. Cristo não fala de uma coisa, mas de alguém. E ao escolher um ser humano com quem pudesse comparar a Deus, Cristo escolhe a figura do Pai. Pois, é isso o que Deus é.

4. Pare para considerar hoje o que você tem feito da sua liberdade.
Como você tem administrado a liberdade recebida?

5. Pare para considerar hoje se você vive para a glória daquele que o criou.
Você tem vivido para fazer Deus sorrir? Sua maior obsessão é levá-lo a se ver em você?

6. Pare para considerar hoje o quanto você tem desperdiçado da herança que recebeu.
Compete a cada um de nós, tomarmos a decisão de gastar nossa vida naquilo que é belo, santo e glorifica a Deus. E tudo isso na presença daquele que é a causa de tudo o que temos e somos; esse ser absolutamente amável.

Que Deus fale profundamente ao seu coração. Amém.

Autor: Jânio Santos de Oliveira

O TESTEMUNHO DAS ESCRITURAS.



“Porque eu sei que o meu Redentor vive e por fim se levantará sobre a terra. Depois, revestido este meu corpo da minha pele, em minha carne verei a Deus. Vê-lo-ei por mim mesmo, os meus olhos o verão, e não outros; de saudade me desfalece o coração dentro de mim”. (Jó cap.19 vers.25,26,27).

O Testemunho do Antigo testamento: Na passagem bíblica citada acima, observe que o patriarca Jó foi consolado por essa doutrina enquanto passava pelo oceano de aflições. Alguns afirmam que essa passagem não faz referência à ressurreição, mas apenas expressa a confiança de Jó em que Deis lhe haveria de restituir a prosperidade. No entanto, ele fala de um Ser cujo nome é Redentor, que não se achava na terra naquele tempo, mas haveria de aparecer mais tarde na história do mundo. Se isso não exprime a fé do patriarca em um Messias vindouro, o que exprimiria entã ??? Jó fala do próprio corpo sendo destruído pelos vermes: seria possível exprimir o estado de morte em termos mais claros ??? Como isso pode ser uma referência à adversidade temporal ??? Se as palavras de Jó não se referem à destruição do corpo e à vida subseqüente, pouco sentido parecem ter. Portanto, ele está declarando a certeza de que ressuscitará e verá a Deus no futuro.

Os profetas também anunciaram em linguagem clara a sua fé na ressurreição do corpo.

Isaías, era um aristocrata de nascimento, bem educado e por chamado divino tornou-se um proclamador dos oráculos de Deus. Ele foi o instrumento escolhido por Deus em Jerusalém. Observe que no (cap.26 vers.19), Isaías diz o seguinte: “Os vossos mortos e também o meu cadáver viverão e ressuscitarão; despertai e exultai, os que habitais no pó, porque o teu orvalho, ó Deus, será como o orvalho de vida, e a terra dará à luz os seus mortos”.

Observe também que em (Daniel cap.12 vers.2), Daniel ajunta o seu testemunho ao de Isaías: “Muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para a vida eterna e outros para vergonha e desprezo eterno”.

Essas duas passagens já são o suficientes para demonstrar que os patriarcas e profetas, guiados por inspiração divina, penetravam as espessas nuvens que encobriam o túmulo e avistavam a glória da ressurreição no último dia.

O Testemunho do Novo Testamento: Cristo, nos evangelhos, sustenta essa preciosa doutrina. Os saduceus, que não acreditavam na ressurreição, vieram ter com Jesus e o interrogaram sobre o assunto. Duas resposta podem ser encontradas em (Lucas cap.20 vers.37,38), (Mateus cap.22 vers.31,32) e também em (Marcos cap.12 vers.26,27), no qual para que você possa estudar melhor esta matéria, vamos citar estas 3 respostas abaixo:

“E que os mortos hão de ressuscitar, Moisés o indicou no trecho referente à sarça, quando chama ao Senhor o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó. Ora, Deus não é Deus de mortos, e sim de vivos; porque para Ele todos vivem. Então, disseram alguns dos escribas: Mestre, respondeste bem!”

“E, quanto à ressurreição dos mortos, não tendes lido o que Deus vos declarou: Eu sou o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó? Ele não é Deus de mortos, e sim de vivos”.

“Quanto à ressurreição dos mortos, não tendes lido no livro de Moisés, no trecho referente à sarça, como Deus lhe falou: Eu sou o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó? Ora, ele não é Deus de mortos, e sim de vivos”.

As palavras citadas aqui por Jesus foram proferidas a Moisés conforme nos mostra (Êxodo cap.3), e o Senhor declara que foram ditas “acerca da ressurreição dos mortos”. Mas observe que em (João cap.5 vers.28,29), Jesus também disse o seguinte: “Não vos maravilheis disso, porque vem a hora em que todos os que estão nos sepulcros ouvirão a sua voz. E os que fizeram o bem sairão para a ressurreição da vida; e os que dizeram o mal, para a ressurreição da condenação”.

É importante você saber que os apóstolos também deram testemunhos da ressurreição, observe bem (Filipenses cap.3 vers.20,21) que diz o seguinte: “A nossa cidade está nos céus, donde também esperamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo, que transformará o nosso corpo abatido, para ser conforme o seu corpo glorioso, segundo o seu eficaz poder de sujeitar também a si todas as coisas”.

Uma outra observação importante, é encontrada em (1 Tessalonicenses cap.4 vers.14 á 18), que diz o seguinte: “Pois, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também Deus, mediante Jesus, trará, em sua companhia, os que dormem. Ora, ainda vos declaramos, por palavra do Senhor, isto: nós, os vivos, os que ficarmos até a vinda do Senhor, de modo algum precederemos os que dormem. Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro; depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor. Consolai-vos, pois, uns aos outros com estas palavras”.

No novo testamento, o mais extenso e teologicamente rico argumento sobre a doutrina da ressurreição foi escrito por Paulo.


A doutrina da ressurreição está claramente estabelecida nas Escrituras.

"SUA NEFESH (ALMA) ESTÁ TRISTE?!" ESSA MENSAGEM É PARA VOCÊ:

Gotas Bíblicas
Tristeza Virará Alegria
Pr. Olavo Feijó
João 16:20 – Na verdade, na verdade vos digo que vós chorareis e vos lamentareis, e o mundo se alegrará, e vós estareis tristes, mas a vossa tristeza se converterá em alegria.
Pouco antes se ser preso, (YahuShúa) anunciou que a tristeza inundaria os Seus discípulos. No mesmo contexto, entretanto, predisse que o poder de Sua ressurreição transformaria a tristeza deles: "Vocês ficarão tristes, mas essa tristeza virará alegria." (João 16:20).
Uma das explicações de (YahuShúa) para tristeza dos seus discípulos foi: "daqui a pouco vocês não vão Me ver mais…" É profundamente triste quando, em nossos problemas, olhamos ao redor e não conseguimos ver a (YahuShúa). É um sentimento de abandono, de desorientação. O impacto é tão avassalador que, por vezes, concluímos que nossa dificuldade em ver a (YahuShúa) é o mesmo que o desaparecimento de (YahuShúa). Não é a mesma coisa, mas nos entristecemos como se fosse.
Toda miopia espiritual causa tristeza. Por isso, é essencial não confundir visão biológica com visão da alma. Paulo merece atenção, quando nos ensina que "a fé é a prova das coisas não vistas". Felizmente, nossa fé é a obra do Espírito Santo (Rúkha Qadôsh) em nós. Lembrando-nos, sempre, que é esta fé que nos permite ver o (MaschiYah) [Messias] em nossa vida, em nossos problemas, em nossas tristezas, mantemos aberto o processo de nossa alegria. É esta comunhão com o (MaschiYah) ressuscitado que garante: "essa tristeza virará alegria".
Um só (‘Ulhím) [ETERNO], um só Mediador
Pastor Sérgio Ferna.
1 Timóteo 2:5 – Porque há um só (‘ULHÍM), e um só Mediador entre (‘Ulhím) e os homens, (YahuShúa MaschiYah) homem.
O cristianismo é uma religião monoteísta, isto é, que admite a crença em um único (‘Ulhím). Cremos que este (‘Ulhím) revelou-se a humanidade através de três pessoas distintas e coexistentes (o Pai, o Filho e o Espírito Santo). [Rúkha Qadôsh].
Paulo, escrevendo a Timóteo, o recorda que dentro desta organização, existe apenas um mediador entre (‘Ulhím) e os homens, que é (MaschiYah). Na condição de único mediador, (YahuShúa) é a única pessoa que pode nos unir a (‘Ulhím – Yahu), dando-nos a oportunidade de participar das ricas bençãos que Ele tem nos prometido.
Orar e pedir alguma graça a outra pessoa que não seja (MaschiYah) é um pecado gravíssimo! Quem leva a Palavra de (YAHU) a sério reconhece que (MaschiYah – O MESSIAS) é o único mediador!
OBS.: TUDO O QUE ESTIVER ENTRE: ‘PARÊNTESES’ É MEU GRIFO! ESTE ESTUDO É DA INTERNET E TEM DIREITO AUTORAL! QUE ESTÃO SENDO RESPEITADOS. MAS, SOMENTE OS NOMES DIVINOS É QUE SÃO MEUS GRIFOS! PORQUE ENTENDO DESSA FORMA! IGUALMENTE AO REFERIDO DIREITO AUTORAL COM NOMES DE QUEM PUBLICA A MENSAGEM É IGUALMENTE QUANDO TROCAMOS O NOME DO ETERNO CRIADOR E SEU FILHO = AO TEXTO DIZ: 1TIMÓTEO 2,5: UM SÓ MEDIADOR! E SE TROCAMOS SEU NOME, COMO FICA ESSE TEXTO???? POR ISSO, O QUE É DE MINHA AUTORIA NO TEXTO, ESTÁ MARCADO OK. POR ENTENDER ASSIM! ESSA É UMA LINDA MENSAGEM PARA QUEM ESTÁ TRISTE, OU PERDEU O RUMO….!!!!
POIS, TAMBÉM, ENTENDO QUE: PROCURAR A VERDADE NÃO É NENHUM CRIME, MAS, SIM, SE LIBERTAR DA ESCRAVIDÃO DE ERROS PASSADOS………….!!!!!! Yochanan (Jo) 8,32; 4,22-24! Mas, por que de tudo isso? Por isso apenas: POR LOUVOR AOS SEUS SACRIFÍCIOS DE SANGUE POR TODOS OS PECADORES! E PORQUE QUERO FAZER PARTE DE SEU TESOURO PARTICULAR EM MEMORIAL COLOCADO A SUA FRENTE POR PROCURAR SEU NOME VERDADEIRO SOMENTE: Judeus messiânicos (Hebreus): 13,5-13! E, Mal’akhi (Malaquias): 3,16-18! Tehillim (Salmos): 83,18! 86,9! Assim diz a Escritura Sagrada!

Irmão Adam Weishaupt: Maçom e Illuminati

Adam Weishaupt (6 de fevereiro de 1748 – 18 de novembro de 1830), professor de Direito Canónico (1) na Universidade de Ingolstadt, famoso por fundar a "Ordem dos Perfeitos" mais conhecida como Illuminati (2). Ensinava que existia uma iluminação racional, fora e acima da fé, acessível a qualquer pessoa, e poderia levar a uma maior perfeição.
Adam Weishaupt nasceu em 6 de fevereiro de 1748 em Ingolstadt no condado da Baviera. Weishaupt nasceu em uma família judia, cujo pai era o rabino Johann Georg Weishaupt (1717-1753) que morreu quando ele tinha cinco anos de idade. Após a morte de seu pai, ele ficou sob a tutela de seu padrinho, Johann Adam Freiherr von Ickstatt que, como seu pai, era um professor de direito na Universidade de Ingolstadt, diretor de um colégio jesuíta e membro
do Conselho Privado. Há algumas discrepâncias em relação aos vínculos familiares de Weishaupt e Ickstatt, já que os nomes não coincidirem, o fato é que Ickstatt deixou o sobrenome Weishaupt quando abandonou a religião judaica.
Ickstatt era um defensor da filosofia de Christian Wolff (3) e do Iluminismo (4), e influenciou o jovem Weishaupt com o seu racionalismo. Weishaupt começou sua educação formal na idade de sete anos em uma escola jesuíta. Estudou
direito, economia, política, história e correntes como o gnosticismo (5) e a filosofia da Maçonaria recente. Mais tarde, se matriculou na Universidade de Ingolstadt e formou-se em 1768 aos 20 anos de idade com um doutorado de direito. Alguns autores defendem que no ano de 1771 conheceu um comerciante dinamarquês chamado Franz Kolmer, que o introduziu às práticas mágicas do Egito e as doutrinas maniqueístas (6) anti-religiosas, provocando na mente do jovem Weishaupt um espírito anarquista (7) e de pouca tolerância para a religião.
Em 1772, se tornou professor de direito civil e canônico na Universidade de Ingolstadt. Muito rapidamente a concepção liberal de Weishaupt entrou em conflito com os jesuítas, no entanto, pela dissolução da Companhia de Jesus (8)
pelo Papa Clemente XIV (9) em 1773, Weishaupt se tornou reitor da Faculdade de Direito da Universidade, uma posição que era realizada exclusivamente pelos jesuítas até aquele momento. No ano seguinte, casou-se com Afra Sausenhofer de Eichstätt sem a aprovação de Ickstadt.
Em 1775, Weishaupt foi apresentado a filosofia empírica de Johann Georg Heinrich Feder da Universidade de Göttingen. Ambos Feder e Weishaupt se tornariam mais tarde os adversários do idealismo kantiano.
Fundador dos Illuminati
Ao mesmo tempo, porém, quando não estava a fim de fazer o jogo e abusar das sociedades secretas, eu planejava fazer uso dessa mania humana para um objetivo real e digno, para o benefício das pessoas. Eu queria fazer o que os chefes das autoridades eclesiásticas e seculares deveriam ter feito, em virtude de seus cargos …
Decidido a fundar sua própria ordem, em 1 de maio de 1776, Weishaupt a nomeou a "Ordem dos Perfectibilistas" adotando o codinome de "Irmão Spartacus", alegando ser um libertador da consciência humana, arrebatando o homem de dogmas e religiões que os escravizavam. Embora a Ordem não fosse igualitária ou democrática, sua missão era a abolição de todos os governos monárquicos e religiões de Estado na Europa e suas colônias. A associação era uma rede bem elaborada de espiões e contra-espiões. Cada célula isolada de iniciados relatava a um superior, a quem não conhecia, uma estrutura partidária que foi efetivamente adotada por alguns grupos posteriormente.
Ele escreveu:
Eu não trouxe o deísmo (10) a Bavaria mais do que em Roma. Achei isso aqui, em grande vigor, mais abundante do que em qualquer dos estados vizinhos protestantes. Tenho orgulho de ser conhecido pelo mundo como o fundador dos Illuminati.
Decepcionado com os poucos membros com que contava sua ordem, procurou a ajuda de um de seus seguidores, o barão protestante Adolph von Knigge (11) (Philos), que deu um impulso para a sociedade, vindo a criar lojas na
Alemanha, França, Áustria, Itália, Suíça e Rússia.
Weishaupt e a Maçonaria
Weishaupt foi iniciado na Loja Maçônica Theodor zum guten Rath, em Munique em 1777. Seu projeto como iniciado era de iluminação, iluminando a compreensão pelo sol da razão, que irá dissipar as nuvens da superstição e do
preconceito. Assim era sua reforma desejada. Logo tinha desenvolvido mistérios gnósticos de sua autoria, com o objetivo de "aperfeiçoamento" da natureza humana através da reeducação para conseguir um estado comunal
com a natureza, liberto de governo e das religiões organizadas. Ele começou a trabalhar para integrar seu sistema de Iluminismo com a Maçonaria.
Suas preocupações ideológicas o levaram a aderir à Maçonaria, na tentativa de usa-la para seus fins. Basicamente, seus fins eram transformar a Maçonaria em algo além do que simples encontros sociais. O racionalismo radical de
Weishaupt e seu vocabulário não era susceptível de ter êxito naquele momento. Escritos que foram interceptados em 1784, foram interpretados como sedicioso, e a sociedade foi proibida pelo governo de Karl Theodor, Eleitor da Baviera, em 1784. Em 22 de junho de 1784, as autoridades políticas e religiosas da Baviera, deram ordens para perseguir os membros dos Illuminati. Desbaratada sua sociedade, Weishaupt e sua família fugiram para Gotha, na Saxónia. Foram perseguidos já que foi encontrada uma documentação na casa de Weishaupt que planejava dominar todas as facetas da Maçonaria, para derrubar as monarquias da Europa e destruir a Igreja Católica com os mesmos métodos usados pelos jesuítas para se defender dos protestantes.
Recebeu o apoio do duque Ernesto II (12) de Saxe-Gota-Altenburgo (1745-1804), e viveu em Gotha escrevendo uma série de obras sobre o Iluminismo, incluindo Um histórico completo da perseguição dos Illuminati da Baviera (1785), Uma imagem do Iluminismo (1786), Um pedido de desculpas para os Illuminati (1786), e Sistema melhorado de Luzes (1787). Adam Weishaupt morreu em Gotha em 18 de Novembro de 1830, renegando sua fé católica em seu leito de morte. Provavelmente a figura de Adam Weishaupt esta junto com as de Hiram Abif e de Jacques DeMolay, uma das três mais representativas na história das sociedades secretas.
Adam Weishaupt foi um dos primeiros maçons a abordar questões religiosas e políticas dentro das lojas, razão lhe rendeu muitos inimigos dentro da Maçonaria, incluindo os mais altos organismos internacionais maçônicos de então. Talvez esse fato seja a causa de que seu nome não aparecer na lista das grandes celebridades que fizeram parte desta sociedade. Weishaupt é visto de diferentes perspectivas pelos historiadores, alguns argumentam que era uma pessoa obstinada que carecia de faculdades mentais, outros que criou sua sociedade para salvar a sua cadeira, enquanto alguns vêem como uma pessoa que amava os jesuítas e queria que a sobrevivência destes pelos Illuminati. No entanto, é considerado por muitos, com ou sem razão, como um dos fundadores do anarquismo e da conspiração maçônica que lançou as bases dos movimentos políticos que levaram à origem da independência dos Estados Unidos, a Revolução Francesa e a emancipação em muitas colônias européias. Da mesma forma, Weishaupt é considerado como um dos maiores expoentes do ateísmo, e, de acordo com o escritor John Robinson, como a maior conspiração de todos os tempos.

Roberto Aguilar M. S. Silva, M.M.
A.’.R.’.L.’.S.’. Sentinela da Fronteira, n°53, Corumbá, MS (Academia Maçônica de Letras de Mato Grosso do Sul) – Brasil

NOTAS:
(1) Nas sociedades ocidentais, direito canônico é a lei da Igreja Católica e da Igreja Anglicana. O conceito leste-ortodoxo de direito canónico é semelhante mas não idêntico ao modelo mais legislativo e judicial do ocidente. Em ambas as tradições, um cânone é uma regra adoptada por um Concílio Ecuménico (do grego kanon/κανον, para regra ou medida); estes cânones formavam a fundação do direito canónico.
(2) Illuminati, (plural do latim illuminatus, "aquele que é iluminado"), é o nome dado a diversos grupos, alguns históricos outros modernos, reais ou fictícios. Mais comumente, contudo, o termo "Illuminati" tem sido empregado especificamente para referir-se aos Illuminati da Baviera, uma sociedade secreta da era do Iluminismo fundada em 1 de maio de 1776. Nos tempos modernos, também é usado para se referir a uma suposta organização conspiracional que controlaria os assuntos mundiais secretamente, normalmente como versão moderna ou como continuação dos Illuminati bávaros. O nome Illuminati é algumas vezes empregue como sinónimo de Nova Ordem Mundial, Muitos teóricos da conspiração acreditam que os Illuminati são os cérebros por trás dos acontecimentos que levarão ao estabelecimento de uma tal Nova Ordem Mundial, com os objetivos primários de unir o mundo numa única regência que se baseia em um modelo político onde todos são iguais.
(3) Christian von Wolff (24 de Janeiro de 1679 – 9 de Abril de 1754) foi um filósofo da universidade de Halle (sede do pietismo). Christian Wolff foi o mais importante filósofo alemão entre Leibniz e Kant. Popularizou o deísmo, Leibniz e glorificou Confúcio. Pelo seu intelectualismo, insistiu na idéia de que tudo pode ser provado, inclusive Deus e a imortalidade. Os pietistas opuseram-se fortemente às suas teorias e isto acabou levando Von Wolf a ser banido de Halle an der Saale em 1723. Após esse incidente, o filósofo trabalhou um período na universidade de Marburgo, voltando para Halle após esta tornar-se racionalista.

(4) Iluminismo, Esclarecimento ou Ilustração (deriva do latim iluminare, em alemão Aufklärung, em inglês Enlightenment, em italiano Illuminismo, em francês Siècle des Lumières ou illuminisme e em espanhol Ilustración) são termos que designam um dos mais importantes e prolíficos períodos da história intelectual e cultural ocidental.

(5) Gnosticismo (do grego Γνωστικισμóς (gnostikismós); de Γνωσις (gnosis): ‘conhecimento’) é um conjunto de correntes filosófico-religiosas sincréticas que chegaram a mimetizar-se com o cristianismo nos primeiros séculos de nossa era, vindo a ser declarado como um pensamento herético após uma etapa em que conheceu prestígio entre os intelectuais cristãos. De fato, pode falar-se em um gnosticismo pagão e em um gnosticismo cristão, ainda que o pensamento gnóstico mais significativo tenha sido alcançado como uma vertente heterodoxa do cristianismo primitivo.

(6) O Maniqueísmo é uma filosofia religiosa sincrética e dualística que divide o mundo entre Bem, ou Deus, e Mal, ou o Diabo. A matéria é intrinsecamente má, e o espírito, intrinsecamente bom. Com a popularização do termo, maniqueísta passou a ser um adjetivo para toda doutrina fundada nos dois princípios opostos do Bem e do Mal.

(7) Anarquismo (do grego ἀναρχος, transl. anarkhos, que significa "sem governantes", a partir do prefixo ἀν-, an-, "sem" + ἄρχή, arkhê, "soberania, reino, magistratura" + o sufixo -ισμός, -ismós, da raiz verbal -ιζειν, -izein) é uma filosofia política que engloba teorias, métodos e ações que objetivam a eliminação total de todas as formas de governo compulsório. De um modo geral, anarquistas são contra qualquer tipo de ordem hierárquica que não seja livremente aceita e, assim, preconizam os tipos de organizações libertárias.

(8) A Companhia de Jesus (em latim: Societas Iesu, S. J.), cujos membros são conhecidos como jesuítas, é uma ordem religiosa fundada em 1534 por um grupo de estudantes da Universidade de Paris, liderados pelo basco Íñigo López de Loyola, conhecido posteriormente como Inácio de Loyola. A Ordem foi reconhecida por Bula papal em 1540. É hoje conhecida principalmente por seu trabalho missionário e educacional.

(9) Clemente XIV, O rigoroso (O.F.M. Conv.) nascido Giovanni Vincenzo Antonio Ganganelli (Santarcangelo di Romagna 31 de outubro de 1705 – Roma 22 de setembro de 1774). Foi Papa de 19 de maio de 1769 ate a sua morte.Clemente XIV , Ordem dos Frades Menores, Frade Franciscano. Filho de um médico. Aos 18 anos vestiu o hábito Franciscano, sob o nome de frei Lourenço. Estudou em Roma.

(10) O deísmo é uma postura filosófico que admite a existência de um Deus criador, mas questiona a ideia de revelação divina. É uma doutrina que considera a razão como uma via capaz de nos assegurar da existência de Deus, desconsiderando, para tal fim, a prática de
alguma religião denominacional.

(11) Freiherr Adolph Franz Friedrich Ludwig Knigge nasceu em 16 de outubro de 1752 e faleceu no dia 6 de maio de 1796; foi um escritor alemão maçon e um membro dos Illuminati da Baviera.

(12) Ernesto II, duque de Saxe-Gota-Altenburgo ((30 de Janeiro de 1745–20 de abril de 1804 Gota). Foi o terceiro filho (segundo sobrevivente) de Frederico III, duque de Saxe-Gota-Altenburgo e Dorothea Luise de Saxe-Meiningen.

BIBLIOGRAFIA:
GRAND LODGE OF BRITISH COLUMBIA AND YUKON. A Bavarian Illuminati primer.http://www.freemasonry.bcy.ca/texts/illuminati.html
RODRIGO ENOK. Os Iluministas da Bavaria [illuminati]. http://rodrigoenok.blogspot.com/2008/07/os-iluministas-da-bavria-illuminati.html
WIKIPEDIA. Adam Weishaupt. http://pt.wikipedia.org/wiki/Adam_Weishaupt